Alex Rocha/PMPA
CULTURA
Código:
160856
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: No Carnaval de Porto Alegre 2026, a S.R.C. Fidalgos e Aristocratas apresentou como enredo No meu Patuá carrego a minha Fé. A escola mergulhou no universo da espiritualidade brasileira, explorando a força dos amuletos, das rezas e da proteção que acompanha o povo em sua caminhada. A narrativa exaltou o sincretismo religioso e a ancestralidade, mostrando como a fé se manifesta através de elementos sagrados que guardam o corpo e a alma contra as adversidades do destino. Foto: Alex Rocha/PMPA
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CULTURA
Código:
160859
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: No Carnaval de Porto Alegre 2026, a S.R.C. Fidalgos e Aristocratas apresentou como enredo No meu Patuá carrego a minha Fé. A escola mergulhou no universo da espiritualidade brasileira, explorando a força dos amuletos, das rezas e da proteção que acompanha o povo em sua caminhada. A narrativa exaltou o sincretismo religioso e a ancestralidade, mostrando como a fé se manifesta através de elementos sagrados que guardam o corpo e a alma contra as adversidades do destino. Foto: Alex Rocha/PMPA
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160854
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: No Carnaval de Porto Alegre 2026, a S.R.C. Fidalgos e Aristocratas apresentou como enredo No meu Patuá carrego a minha Fé. A escola mergulhou no universo da espiritualidade brasileira, explorando a força dos amuletos, das rezas e da proteção que acompanha o povo em sua caminhada. A narrativa exaltou o sincretismo religioso e a ancestralidade, mostrando como a fé se manifesta através de elementos sagrados que guardam o corpo e a alma contra as adversidades do destino. Foto: Alex Rocha/PMPA
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160855
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: No Carnaval de Porto Alegre 2026, a S.R.C. Fidalgos e Aristocratas apresentou como enredo No meu Patuá carrego a minha Fé. A escola mergulhou no universo da espiritualidade brasileira, explorando a força dos amuletos, das rezas e da proteção que acompanha o povo em sua caminhada. A narrativa exaltou o sincretismo religioso e a ancestralidade, mostrando como a fé se manifesta através de elementos sagrados que guardam o corpo e a alma contra as adversidades do destino. Foto: Alex Rocha/PMPA
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160857
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: No Carnaval de Porto Alegre 2026, a S.R.C. Fidalgos e Aristocratas apresentou como enredo No meu Patuá carrego a minha Fé. A escola mergulhou no universo da espiritualidade brasileira, explorando a força dos amuletos, das rezas e da proteção que acompanha o povo em sua caminhada. A narrativa exaltou o sincretismo religioso e a ancestralidade, mostrando como a fé se manifesta através de elementos sagrados que guardam o corpo e a alma contra as adversidades do destino. Foto: Alex Rocha/PMPA
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160858
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: No Carnaval de Porto Alegre 2026, a S.R.C. Fidalgos e Aristocratas apresentou como enredo No meu Patuá carrego a minha Fé. A escola mergulhou no universo da espiritualidade brasileira, explorando a força dos amuletos, das rezas e da proteção que acompanha o povo em sua caminhada. A narrativa exaltou o sincretismo religioso e a ancestralidade, mostrando como a fé se manifesta através de elementos sagrados que guardam o corpo e a alma contra as adversidades do destino. Foto: Alex Rocha/PMPA
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CULTURA
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160832
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: A S.R.B. Estado Maior da Restinga participou do Carnaval de Porto Alegre na madrugada deste domingo (01). A escola apresentou o enredo Restinga, o canto de todos os povos, que reconta a trajetória do bairro, desde a sua ocupação por famílias removidas de diversas áreas de Porto Alegre até a transformação em um polo de cultura e resistência. A narrativa exaltou a superação de um povo que, diante do esquecimento social, construiu com as próprias mãos uma cidade vibrante. Foto: Alex Rocha/PMPA
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CULTURA
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160831
Porto Alegre, RS, Brasil, 01/03/2026: A S.R.B. Estado Maior da Restinga participou do Carnaval de Porto Alegre na madrugada deste domingo (01). A escola apresentou o enredo Restinga, o canto de todos os povos, que reconta a trajetória do bairro, desde a sua ocupação por famílias removidas de diversas áreas de Porto Alegre até a transformação em um polo de cultura e resistência. A narrativa exaltou a superação de um povo que, diante do esquecimento social, construiu com as próprias mãos uma cidade vibrante. Foto: Alex Rocha/PMPA