Palavra-chave: Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), Unidade de Vigilância Ambiental (UVA), Drone, Pluverização, Dengue, Combate ao Mosquito Aedes Aegypti, Combate à Dengue
Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 15/06/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre fez um teste operacional com drone de grande porte no Depósito do Detran RS (rua do Bosque, 307) para aplicação de larvicída biológico em áreas de difícil acesso. A ação foi acompanhada por equipes de campo que realizaram inspeções e controle mecânico de focos do mosquito. O objetivo é apresentar o uso de novas tecnologias no combate ao Aedes aegypti, destacando como o drone pode ampliar a eficiência das ações de vigilância e controle em locais extensos e com grande quantidade de potenciais criadouros. Foto: Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 15/06/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre fez um teste operacional com drone de grande porte no Depósito do Detran RS (rua do Bosque, 307) para aplicação de larvicída biológico em áreas de difícil acesso. A ação foi acompanhada por equipes de campo que realizaram inspeções e controle mecânico de focos do mosquito. O objetivo é apresentar o uso de novas tecnologias no combate ao Aedes aegypti, destacando como o drone pode ampliar a eficiência das ações de vigilância e controle em locais extensos e com grande quantidade de potenciais criadouros. Foto: Cristine Rochol/PMPA
Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 03/03/2026 Secretaria Municipal de Saúde começou a vacinação contra a dengue de profissionais da Atenção Primária à Saúde do SUS que trabalham em unidades básicas de saúde e de agentes de combate às endemias. Poderão receber a dose única da vacina do Instituto Butantan pessoas até 59 anos que executem tarefas assistenciais e administrativas nas unidades de saúde. Esta é a primeira etapa da vacinação. Foto: Cristine Rochol/PMPA
Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 03/03/2026 Secretaria Municipal de Saúde começou a vacinação contra a dengue de profissionais da Atenção Primária à Saúde do SUS que trabalham em unidades básicas de saúde e de agentes de combate às endemias. Poderão receber a dose única da vacina do Instituto Butantan pessoas até 59 anos que executem tarefas assistenciais e administrativas nas unidades de saúde. Esta é a primeira etapa da vacinação. Foto: Cristine Rochol/PMPA


