Palavra-chave: Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), Drone, Abertura da Colheita da Uva e da Ameixa 2021, Combate a Dengue, Dengue
Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
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Porto Alegre, RS, 05/05/2026 A Vigilância Ambiental de Porto Alegre começou os testes para incorporar uma nova tecnologia no controle do mosquito Aedes aegypti na Capital, com uso de drone. O projeto-piloto é resultado de parceria entre as secretarias municipal e estadual de saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde e da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul.
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
O primeiro voo do drone foi realizado de forma experimental na terça-feira, 5, com uso de água no lugar de larvicida. O aparelho será utilizado por técnicos de nível superior da Vigilância Ambiental de acordo com critérios técnicos específicos. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA
Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 13/01/2026 Visando garantir a segurança sanitária para o Carnaval 2026, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou uma força-tarefa no Complexo Cultural Porto Seco. A principal medida foi a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) nos galpões das escolas de samba, uma estratégia crucial para o controle do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA
Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 13/01/2026 Visando garantir a segurança sanitária para o Carnaval 2026, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou uma força-tarefa no Complexo Cultural Porto Seco. A principal medida foi a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) nos galpões das escolas de samba, uma estratégia crucial para o controle do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 13/01/2026 Visando garantir a segurança sanitária para o Carnaval 2026, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou uma força-tarefa no Complexo Cultural Porto Seco. A principal medida foi a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) nos galpões das escolas de samba, uma estratégia crucial para o controle do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA
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Porto Alegre, RS, 13/01/2026 Visando garantir a segurança sanitária para o Carnaval 2026, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou uma força-tarefa no Complexo Cultural Porto Seco. A principal medida foi a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) nos galpões das escolas de samba, uma estratégia crucial para o controle do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA
Além do combate aos focos de mosquitos, as equipes aplicaram raticida em pontos estratégicos de forma preventiva. O objetivo central dessas intervenções é reduzir os índices de infestação e assegurar a proteção de trabalhadores e do público que frequentará o local durante os desfiles em fevereiro. A ação foi coordenada pelas equipes da Vigilância Ambiental da Diretoria de Vigilância em Saúde/SMS. Foto: Cristine Rochol/PMPA


