Divulgação / PMPA
CULTURA
Código:
165391
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/05/2026. O Museu de Arte do Paço (MAPA) inaugura no sábado (30/5) a exposição “Tudo Ainda Bruma”, da artista visual Isabel Marroni, com curadoria de Anelise Valls.
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
Divulgação / PMPA
CULTURA
Código:
165393
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/05/2026. O Museu de Arte do Paço (MAPA) inaugura no sábado (30/5) a exposição “Tudo Ainda Bruma”, da artista visual Isabel Marroni, com curadoria de Anelise Valls.
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
Divulgação / PMPA
CULTURA
Código:
165388
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/05/2026. O Museu de Arte do Paço (MAPA) inaugura no sábado (30/5) a exposição “Tudo Ainda Bruma”, da artista visual Isabel Marroni, com curadoria de Anelise Valls.
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
Divulgação / PMPA
CULTURA
Código:
165389
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/05/2026. O Museu de Arte do Paço (MAPA) inaugura no sábado (30/5) a exposição “Tudo Ainda Bruma”, da artista visual Isabel Marroni, com curadoria de Anelise Valls.
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
Divulgação / PMPA
CULTURA
Código:
165390
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/05/2026. O Museu de Arte do Paço (MAPA) inaugura no sábado (30/5) a exposição “Tudo Ainda Bruma”, da artista visual Isabel Marroni, com curadoria de Anelise Valls.
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
Divulgação / PMPA
CULTURA
Código:
165392
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/05/2026. O Museu de Arte do Paço (MAPA) inaugura no sábado (30/5) a exposição “Tudo Ainda Bruma”, da artista visual Isabel Marroni, com curadoria de Anelise Valls.
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
Divulgação / PMPA
CULTURA
Código:
165394
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/05/2026. O Museu de Arte do Paço (MAPA) inaugura no sábado (30/5) a exposição “Tudo Ainda Bruma”, da artista visual Isabel Marroni, com curadoria de Anelise Valls.
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação
“Tudo Ainda Bruma" apresenta dois núcleos instalativos de Isabel Marroni inspirados no conto Voltar, de Itamar Vieira Junior, em que deslocamento, memória e travessia ativam os corpos como paisagem interna.
A exposição constrói um percurso imersivo onde o visitante é conduzido por estruturas têxteis suspensas, fragmentos e transparências que operam como zonas de suspensão. Lembrar e perder tornam-se movimentos simultâneos.
No primeiro núcleo, um grande labirinto de tecidos ocupa o espaço expositivo como uma arquitetura instável. As superfícies translúcidas, marcadas por manchas orgânicas e desenhos que evocam raízes, rios ou veias, produzem um percurso de deriva e de desorientação. O corpo atravessa camadas frágeis que filtram luz, visão e distância, como se a memória fosse também uma matéria porosa, impossível de apreender completamente. A instalação transforma o caminhar em experiência de busca: cada dobra do tecido sugere um retorno que nunca encontra exatamente o mesmo lugar.
Ao fundo, ergue-se uma cascata vertical formada por fragmentos de papéis brancos, como um fluxo contínuo de rasgos em suspensão. Se o labirinto convoca o deslocamento horizontal do corpo, esta segunda obra instaura uma verticalidade contemplativa, como uma coluna de névoa ou vestígio.
Os fragmentos brancos acumulam uma tensão entre leveza e densidade. Embora pareçam frágeis, quase evaporando no espaço, eles se condensam em uma coluna monumental, semelhante a uma cachoeira interrompida no instante da queda.
A peça cria um movimento paradoxal: ao mesmo tempo em que despenca, também parece ascender.
Sobre a artista: sua pesquisa parte do interesse por aquilo que passa despercebido: vestígios, apagamentos, transparências e memórias em processo de desaparecimento. Utiliza fragmentos de pinturas descartadas, papéis sensíveis, tecidos translúcidos e objetos carregados de memória para construir paisagens expandidas entre o real e o onírico. Seus processos nascem principalmente da pintura, mas também, do gesto de rasgar, sobrepor, deslocar e recompor materiais, criando camadas que revelam e ocultam ao mesmo tempo.
Isabel investiga o esvaecimento, a opacidade e formas de cegueira social, buscando transformar ausência e desaparecimento em linguagem visual.
Ela iniciou sua trajetória artística em 1980, com formação em cursos livres de desenho e pintura e aprofundamento no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Participou por oito anos do Coletivo Atelier 6, com atuação em exposições e pesquisas no Brasil e no exterior, ministrou aulas de pintura por 35 anos.
Entre 2023 e 2025 realizou as exposições “Luz do tempo em fluxoˮ e “Tempo Imersoˮ (Casa Musgo, com curadorias de Letícia Lau e Maria Helena Bernardes). Participou de exposições coletivas como “Reivindicações- Escrituras e Utopias do Feminismoˮ (CCCorreios RJ).
Desenvolve atualmente sua pesquisa em diálogo com acompanhamentos curatoriais e residências artísticas no Brasil e no exterior como o NowHere Lisboa sobre monitoria de Cristiana Tejo e Marilá Dardot. Residência artística Arurá na fazenda Bonsucesso - Santo Amaro, RJ, com a curadoria de Flávia Gomes.
SERVIÇO:
Exposição “Tudo Ainda Bruma"
Artista: Isabel Marroni
Curadoria: Anelise Valls
Inauguração: 30/5, das 11h às 13h.
Visitação: de 1º de junho a 31 de julho de 2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Local: Museu de Arte do Paço - Praça Montevidéu, 10 - Centro Histórico - Porto Alegre, RS
Produção: Babilônica Arte
Realização: Coordenação de Artes Plásticas e Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Entrada gratuita. Foto: Divulgação



